Portugueses escolhem animais mais pequenos

cao gatoSol

Os portugueses tendem, cada vez mais, a optar por animais de menor porte, revela um estudo da GfK.

Segundo este estudo, metade dos lares portugueses possui pelo menos um animal de estimação, o que reflecte um aumento de 5 pontos percentuais face à última vaga, assistindo-se, no entanto, a uma alteração das características dos cães e gatos que os portugueses possuem. Cerca de 50% dos cães (versus 45 por cento em 2011) têm menos de 10Kg e 69% dos gatos (vs. 56% em 2011) têm menos de 4Kg. O que significa que o número de lares com cães e gatos aumentou, mas o tamanho dos animais diminuiu.

O cão continua a ser o animal com maior presença nos lares: 68% dos lares com animais de estimação possuem um cão). Quase metade destes cães são de raça (49%), com predomínio dos caniches (19% – menos 5% que em 2011).

Já os gatos, presentes em 35% dos lares, são na sua maioria rafeiros. Entre os gatos de raça, predominam os siameses (47% versus 65% em 2011), seguidos dos persas (30% versus 20% em 2011).

Adicionalmente à diminuição do porte, também se constata a diminuição do número médio de animais por lar. Face a 2011, assiste-se a um aumento dos lares que possuem apenas um animal. Assim, 77% dos lares que têm cães possuem apenas 1 cão (versus 72% em 2011) e 71% dos lares que têm gatos (vs. 69% em 2011) possuem apenas 1 gato.

Menos visitas ao veterinário, os mesmos gastos

O estudo da GfK revela ainda uma diminuição da frequência de visita ao veterinário. Esta é uma alteração comportamental marcada, pois se o número de donos que levam o seu animal ao veterinário aumenta (89% versus 81% dos donos de cães, em 2011; e 62% versus 56% dos donos de gatos, em 2011), a frequência média de visita passa a ser apenas de uma vez por ano em vez de duas, como acontecia em 2011.

No entanto, apesar da crise, os gastos declarados com os animais de estimação mantêm-se constantes. O peso dos custos com o cão no orçamento familiar é de 15% (vs. 14% em 2011), sendo que este valor é gasto essencialmente em comida (62% ) e em saúde (23%). Relativamente aos gatos, o peso no orçamento familiar está em linha com o dos cães (14% versus 13% em 2011), sendo que a alimentação representa 61% deste valor e os cuidados de bem-estar 22%.

Em termos de alimentação, observa-se um aumento da utilização de comida manufacturada em detrimento da utilização de restos de comida – que representam apenas 13 % da comida disponibilizada aos cães (vs. 17% em 2011) e 10% da comida disponibilizada aos gatos (vs. 15% em 2011).

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