Mudança no Código Civil francês considera animais “seres sensíveis”

proteção-dos-animaisRFI

A Assembleia Nacional francesa aprovou nesta terça-feira (15) uma mudança no Código Civil francês, considerando os animais como “seres vivos dotados de sensibilidade.” Até agora, animais eram vistos no país apenas como “bens móveis.”

A modificação na lei foi motivada por uma petição lançada há dois anos por uma Fundação francesa de proteção aos animais, conhecida como “30 Milhões de Amigos.” Depois de um longo debate, os deputados franceses votaram a emenda proposta pelo Partido Socialista nesta terça-feira. Continuar a ler

No domingo de Páscoa, mantenha chocolates bem distantes de cães e gatos

caoegatoCorreio da Bahia

Por Carmen Vasconcelos

Atire a primeira pedra quem nunca se rendeu àqueles olhinhos pedintes e cedeu a tentação de dividir com um pet uma guloseima. O hábito de compartilhar alimento com o pet, no entanto, pode oferecer riscos à saúde dos melhores amigos, especialmente nessa época do ano, quando o consumo de chocolate aumenta.

De acordo com a médica veterinária e especialista em nutrição Priscila Damasceno, da Clínica ReaBAvet, a ingestão de chocolate pode levar cães e gatos à morte. “Há uma substância no chocolate chamada de teobromina, que é tóxica para os animais e com conhecido efeito diurético, vasodilatador e estimulante do sistema nervoso central e do coração”, explica a veterinária. Continuar a ler

Câmara de Viseu reforça protocolo com Cantinho dos Animais Abandonados

Cidade_de_ViseuPorto Canal

A Câmara de Viseu decidiu hoje reforçar o apoio ao Cantinho dos Animais Abandonados, que acolhe centenas de cães e de gatos, no âmbito de um protocolo no valor de 33 mil euros.

O presidente da Câmara de Viseu, Almeida Henriques (PSD), elogiou o trabalho que a associação tem vindo a desenvolver, evitando que os animais abandonados sejam abatidos.

No tempo do seu antecessor, Fernando Ruas, a autarquia já dava um apoio financeiro ao funcionamento do Cantinho, que no ano passado foi de 28.500 euros. Continuar a ler

O Japão aceitou a proibição da caça à baleia imposta por tribunal da ONU

baleiaPúblico

O Japão declarou esta terça-feira que irá acatar a decisão do Tribunal Internacional de Justiça das Nações Unidas, em Haia, Holanda, que ontem decidiu impor ao governo japonês a interrupção do seu programa de caça à baleia na Antárctida. Mas segundo noticiou a  BBC online, as autoridades japonesas disseram estar “profundamente desiludidas com a decisão”.

O Tribunal Internacional de Justiça das Nações Unidas, o órgão máximo judicial da ONU, deliberou na segunda-feira que o programa de caça à baleia do Japão na Antárctida não se destina a objectivos científicos, uma deliberação vai contra as pretensões japonesas, que todos os anos caça mais de mil baleias ao abrigo do que diz serem fins científicos. A carne de baleia é apreciada naquele país. Continuar a ler