Holanda proíbe animais selvagens em circos

circos sem animaisVeterinária Actual

O novo governo holandês decidiu proibir a apresentação de animais em circos. Uma proposta semelhante já estava a ser analisada desde 2008, mas apenas agora entrou em vigor.

A organização de proteção animal Wilde Dieren de Tent Unit contribuiu diretamente para esta decisão, que está a ser ponderada também por outros países europeus.

Na Bulgária, a proibição deverá entrar em vigor em 2015 e na Suécia existe já um regulamento de bem-estar animal que inclui uma lista de animais que não podem ser exibidos em circos.

Bombeiros fintam crise com serviço de transporte de animais

cao gatoCorreio da Manhã

Os Bombeiros Voluntários de Viana do Castelo vão lançar em 2015 um serviço de transporte de animais e este mês começaram a levar cuidados de enfermagem à população do concelho para angariar receitas, disse à Lusa fonte da direção.

“É uma forma criativa de dar a volta à crise e gerar receitas. Temos que pensar em coisas novas porque não podemos ficar agarrados a subsídios. É o que está a acontecer a nível nacional para fazer frente às dificuldades que afetam as corporações de Bombeiros Voluntários”, afirmou o atual vice-presidente da Associação Humanitária, Luciano Moure. Continuar a ler

Esposende defende a dignificação dos animais

cao gatoPT Jornal

A Câmara de Esposende quer uma melhor qualidade de vida para os animais domésticos no concelho. Através de um protocolo com a Abandoned Pets, a autarquia aposta em ações de sensibilização para a proteção dos animais e os procedimentos a adotar por quem tem animais de companhia.

A Câmara de Esposende vai trabalhar com uma associação animal, a Abandoned Pets, em prol da dignificação da qualidade de vida dos animais de companhia no concelho. Continuar a ler

Animais no circo

circos sem animaisDN

Por Sandra Duarte Cardoso

Após visualização de uma peça no dnoticias.pt relacionada com a lei sobre animais no circo, cumpre-me explicar ou informar acerca de alguns pontos relevantes.

Há mais de 40 anos que as ONG de defesa e protecção animal, internacionais e nacionais, cientistas, biólogos, etc, recolhem informação sobre as condições degradantes em que estes animais vivem. Não é especulação, é uma constatação.

Está provado que são mantidos em condições que não lhes permitem ter comportamentos ditos normais, são expostos a stress profundo e constante, e os métodos de treino a que são sujeitos envolvem recurso à força e à dor. São mantidos em cativeiro ou expostos a constantes viagens, em jaulas de dimensões inaceitáveis, tratados e manipulados por pessoal sem formação em maneio animal, sendo que grande parte dos animais usados nesta indústria apresentam doenças do foro físico e psicológico, nomeadamente patologias comportamentais. Sendo a sua esperança de vida reduzida. Continuar a ler

2014 foi o ano da extinção de pelo menos três espécies de animais

biodiversidadeBlasting News

Está mais do que comprovado que é o Homem o principal responsável pelo desaparecimento de espécies de animais e só no último meio século foram 832 as que deixaram de existir à face da Terra, segundo dados da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla original). Já a World Wild Life (WWF) pondera que sejam 16 as que estão em risco crítico de desaparecerem. Mas em 2014 foram três as espécies que se extinguiram mesmo, de acordo com os cálculos da IUCN: o Lacrau Gigante de Santa Helena (Labidura herculeana), a lesma Plectostoma sciaphilum e o lagarto Emoia nativitatis. Os três por culpa da acção humana na destruição do seu habitat.

Da Lista Vermelha da IUCN constam mais de 22 mil espécies que estão em perigo de extinção de um total de 76 199 espécies que se conhecem. “Cada actualização da Lista Vermelha faz-nos perceber que o nosso planeta está constantemente a perder a sua incrível diversidade de vida, em grande parte devido às nossas acções destrutivas para satisfazer o nosso crescente apetite por recursos”, afirmou em comunicado a directora-geral da organização, Julia Marton-Lefèvre.

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O circo chegou à cidade e trouxe uma história de animais

circos sem animaisDN

Estacionaram entre o Centro Cultural de Belém e o Museu da Marinha e trazem números de circo e uma história com muitos animais. Nenhum real. Até 4 de janeiro

Há uma zebra. Peixes, um tubarão e uma tartaruga. Cavalos. Um hipopótamo cor-de-rosa e um hipopótamo amarelo. Avestruzes. Um rato. Animais não faltam no “Conto de Natal”, o espetáculo de circo que está na Praça do Império, em Belém. Todos de espuma e pasta de papel, à medida do que a Câmara Municipal de Lisboa pretende – circos sem bichos.

No “Conto de Natal” só há espaço para acrobacias, equilibrismo e malabarismos. Os números de circo acompanham a história: a de uma menina – Isabela, de 8 anos, filha de artistas de circo – que na história se perde com os duendes na noite de Natal quando se esconde entre os seus pertences. A missão é fazê-la regressar a casa sem que os pais percebam. O caminho é repleto de acontecimentos, e é aqui que o circo entra: a rena sobe ao candeeiro gigante e faz acrobacias a muitos metros do chão; no fundo do mar há sereias que se escapam de redes com complicados números de trapezismo; um casal que podia viver no Polo Norte faz um número de equilíbrio de forças opostas; uma contorcionista oferece uma flor à menina perdida; e uma zebra que protagoniza um número de suster a respiração. Entra num aro e gira pelo palco, à volta e sobre si própria.

“Conto de Natal” vai estar na Praça do Império, entre o Centro Cultural de Belém e o Museu da Marinha, até 4 de janeiro, com sessões às 18.00 e às 21.00. Encerra hoje e no dia 31. Amanhã, no dia 1 de janeiro e ao fim de semana também há uma sessão às 15.00. Os bilhetes custam entre 15 e 20 euros (para crianças até aos 10 anos e adultos), 25 euros na plateia.

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