PAN quer intervenção “urgente” das autoridades para salvar animais na Póvoa de Lanhoso

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O PAN solicitou hoje à Direção-Geral de Veterinária e à Câmara da Póvoa do Lanhoso uma intervenção “urgente” que permita salvar os cerca de cem animais que se encontram a morrer à fome numa exploração privada naquele concelho.

Em comunicado, o partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) classifica a situação como “inadmissível, sobretudo pelo cenário dantesco contra os direitos dos animais”. Continuar a ler

Dono dos animais que estão morrer à fome com histórico de problemas com autoridades

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José Vieira, dono dos animais que estão alegadamente a morrer à fome em exploração agropecuária da Póvoa de Lanhoso, é conhecido das autoridades devido a vários problemas com o gado.

José Vieira chegou mesmos a ser detido a 24 de fevereiro de 2014 após desacatos na Serra da Cabreira (Serradela), Vieira do Minho, a quando de uma operação da Direção Geral de Veterinária (DGV) e os Serviços de Proteção da Natureza e Ambiente (SPNA) da GNR de controlo de gado assilvestrado (animais que nascem domesticado mas acabam por passar ao estado selvagem). Continuar a ler

Agricultor deixa morrer à fome mais de 100 animais

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Nota de Redação: Uma notícia dramática e revoltante, que ilustra a crueldade da pecuária.

Uma exploração agropecuária com cerca de 100 bois, vacas e vitelos está a preocupar a população de Serzedelo, na Póvoa de Lanhoso, devido ao problema de saúde pública e atrocidades cometidas sobre os animais, que estão a morrer à fome.

O dono do gado é José Vieira, que diz estar a ser perseguido pelo Ministério da Agricultura e garante que não tem dinheiro para alimentar os bichos.

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Circo sem animais: deixar de fora “quem não escolheu estar ali”

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Em diversos países já existe legislação que proíbe ou restringe a utilização de animais em números de circo. Em Portugal começa a caminhar-se nesse sentido e iniciativas como a do Coliseu Porto, que apresenta até 3 de janeiro um espetáculo circense sem animais enjaulados, apontam para uma mudança de paradigma

s caravanas do circo espalham-se um pouco por todo o país, especialmente durante a quadra natalícia. No Coliseu Porto os espetáculos de circo são já uma tradição, mas em 2015 a sala de espetáculos abre-se a um Novo Circo: desta vez os animais ficam à porta e os números artísticos ficam entregues, exclusivamente, a seres humanos. Continuar a ler

Os animais na História de Portugal: tudo o que há a saber

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No estudo da História cabem todos os temas. Esta é a conclusão após o recente lançamento da investigação intitulada Animais e Companhia na História de Portugal, coordenada pelos historiadores Isabel e Paulo Drumond Braga. Um volume espesso, que contém um índice de temas que mostra como a bibliografia sobre este assunto rareia em Portugal, situação que os autores/coordenadores ratificam.

Segundo Isabel Drumond Braga, existe bastante bibliografia estrangeira: “E muito interessante, tendo-se até estabelecido um campo de investigação denominado animal studies. Em Portugal, há poucas obras sobre animais na ótica da História.” Paulo Drumond Braga acres- centa que foi fundamental usar “a bibliografia anglo-saxónica, francesa, italiana e espanhola, mesmo que existam alguns títulos nacionais.” Continuar a ler

Fundo dos Animais Selvagens elege lince-ibérico como o melhor de 2015

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O Fundo para a Proteção dos Animais Selvagens (FAPAS) elegeu hoje a reintrodução do lince ibérico em Portugal e a chegada do novo navio de investigação do Estado como factos positivos que marcaram o ano.

Pela negativa, o FAPAS destaca a adoção do regime de arborização e rearborização, que considera desastrosa, o exagero na utilização de produtos químicos e os danos causados pelas novas barragens. Continuar a ler

Animais de estimação à espera de leis que os protejam

dantas rodriguesPúblico

Por Dantas Rodrigues

Dia após dia, os animais de estimação têm vindo a ganhar o estatuto jurídico que, de há tempos a esta parte, preconizo e defendo, ou seja, o estatuto de esses animais serem considerados «propriedade especial, sensível», baseada em critérios de ordem afetiva.

Cuidar de um animal de estimação é igualmente assumir responsabilidades muito semelhantes às responsabilidades parentais, estipuladas pelo Código Civil, em que os pais, em relação aos filhos, são obrigados a «velar pela sua segurança e saúde, prover ao seu sustento, dirigir a sua educação». Assim como as crianças dependem exclusivamente dos pais ou de quem as tutela, os animais de estimação, por igualmente dependerem de pessoas, no caso vertente os seus donos, serão animais mais ou menos educados, mais ou menos saudáveis, mais ou menos dóceis, conforme o afeto que receberem da parte de quem deles cuida.  Continuar a ler