O que os gatos nos ensinam

gato reiVisão

Por Rosa Ruela

Maria João Nobre chegou a ter dez gatos em casa quando uma das suas três gatas deu à luz uma ninhada de sete. Sara Rodrigues gosta tanto de gatos que, no seu primeiro livro infantil, transformou Os Maias, de Eça de Queiroz, em Os Miaus.

Juntas, escreveram Se7e Vidas (Esfera dos Livros, €16), mais de duzentas páginas com “testemunhos comoventes sobre as lições de vida que podemos aprender com os gatos”.

Histórias contadas por donos anónimos e conhecidos, como as de Maria do Carmo e Rubi, da família Ferro Rodrigues e do Minhau ou do jornalista Luís Pedro Nunes que divide casa com Rufino e Melancolie.

Ana do Carmo e a gata que lhe salvou a vida

A Rubi era realmente a joia da família. Comprada numa loja de animais durante umas férias no Algarve, a gata fazia as delícias de todos, mas principalmente de Ana, a sua dona. Ana do Carmo, então com 46 anos, há muito que procurava um animal de companhia. Os dois filhos estavam já a dar os primeiros passos na vida adulta, trabalhando e estudando na faculdade, e o marido ocupava o tempo livre no clube de corrida local, onde era treinador. Ana passava, por isso, muito tempo sozinha e sentia a falta de um animal. “Tinha tido cães e gatos quando era miúda e sabia que faziam muita companhia. Eu estava a sentir-me um pouco sozinha e, a dada altura, comecei à procura de um gatinho.” Não teve de esperar muito tempo – a pequena gata cinzenta de enormes olhos azuis pareceu chamar por si da montra da loja. Era a última gata de uma ninhada de cinco e foi “realmente impossível resistir àquela expressão tão meiga”.

Quando a família regressou à sua casa nos arredores de Lisboa, a Rubi escolheu rapidamente o seu espaço: “Dormia todo os dias na dobra dos meus joelhos. À noite, quando se queria deitar, não descansava enquanto eu não me deitava para ela se poder aninhar em mim. E ficava ali praticamente a noite toda. Era ela quem dava sinal para eu me levantar. Nem precisava de despertador! Quando a Rubi se começava a mexer muito, já sabia que era dia!”, recorda com um sorriso.

Era um animal muito calmo, sossegado e a companhia ideal para Ana, que nunca gostou muito de confusão. Os filhos e o marido apaixonaram-se também pela Rubi, que, embora não procurasse neles o colo com a mesma frequência com que buscava o aconchego de Ana, adorava que lhe fizessem festas na cabeça, ronronando alto e bom som de cada vez que os homens da casa se dedicavam com afinco à tarefa de “arrancar um ronrom à Rubi”.

Na casa desta família, era frequente encontrar a gata ao colo de Ana, enquanto ela via a novela ou tricotava, hábito que até hoje não perdeu. Até que, numa noite, o comportamento da Rubi despertou a atenção da dona: “Estava eu a fazer a minha malha com a gata ao colo e ela começa a cheirar-me a barriga de maneira muito insistente. Cheirou um pouco e parou. Depois cheirou mais um bocado e ficou ali de nariz encostado à minha barriga, a cheirar, a cheirar…”

Estranhando a insistência do animal, Ana acabou por mudar de camisola, achando que teria algum cheiro que só a gata detetasse e que a estivesse a incomodar. Mas trocada a camisola, o comportamento manteve-se e, para seu espanto, repetiu-se no dia seguinte: “Na noite a seguir, a gata fez exatamente o mesmo. Eu estranhei muito porque ela nunca fazia aquilo.” Mais do que o ato de cheirar, o que Ana mais estranhava era a forma como o fazia, com uma linguagem corporal totalmente diferente do que lhe era habitual: «esticava-se muito, ficava quase rígida, muito atenta. Lembrava os gatos quando estão a caçar. Parecia que via ali qualquer coisa que mais ninguém via. Abria muito os olhos e cheirava a minha barriga durante muito tempo. Se a punha no chão, ela voltava dentro de pouco tempo e começava tudo outra vez”.

Passaram-se semanas e o comportamento manteve-se e até se intensificou, sem que Ana conseguisse perceber o que poderia suscitar tanto interesse na gata. Seria algum creme para o corpo? O perfume? O detergente da roupa? E porque seria que a Rubi só a cheirava a ela e não os filhos ou o marido? Cada vez mais intrigada, comentou o assunto um dia com a irmã, que lhe falou de um caso que vira recentemente na televisão, de um gato que avisara a dona relativamente a um cancro de mama, exatamente da mesma forma, cheirando-a sem parar. “De início não liguei, mas à medida que aquilo continuava, fui cismando. Fiquei com a pulga atrás da orelha e ao falar com o meu marido ele incentivou-me a ir à médica. Eu não tinha dor nenhuma nem qualquer queixa, mas mesmo assim lá marquei uma consulta de ginecologia para daí a umas semanas.”

Até que os sintomas se manifestaram: “Certa noite, estava eu a decorar o bolo de aniversário do meu filho, quando começo a sentir-me a perder sangue. Achei estranhíssimo porque era mesmo muito abundante. Não sei bem como nem porquê e hoje, de cada vez que penso nisso, não sou capaz de ter uma resposta, mas naquele momento percebi que tinha alguma coisa. Liguei a hemorragia ao comportamento da gata e na minha cabeça fez-se luz. Tinha de certeza um problema de saúde, qualquer coisa de foro ginecológico.” Embalada pela certeza que tinha dentro de si, não esperou mais, remarcando a consulta de ginecologia para a manhã do dia seguinte.

Enquanto aguardava na sala de espera, pensava em como se tinha desleixado com a sua saúde nos últimos tempos e percebeu que não fazia uma citologia há mais de cinco anos. Conversou com a médica, fez uma ecografia ao útero e aguardou o resultado das análises. Alguns dias depois, os resultados chegaram: positivo para células neoplásicas. Seguiu-se uma ressonância magnética que indicou alguma esperança no meio da dor – sem metastização.

Seguiram-se meses de tratamentos, muita incertezas, desconforto, dor física, mas sobretudo emocional. “Pensava que se tivesse ido à ginecologista como a regularidade que devia, poderia ter detetado o problema muito mais cedo, antes de ele se ter tornado tão grave. Culpei-me muito, mas às tantas comecei a pensar que tinha era muita sorte.” Afinal estava viva. Afinal não tinha sido tarde de mais para si. Pensava cada vez mais na Rubi e na forma como tinha ela sido o motor da descoberta do seu cancro. Talvez não tivesse dado grande importância à hemorragia se a gata não fosse tão insistente e não tivesse tido um comportamento tão estranho. Por isso acredita que “se não fosse a Rubi, talvez não estivesse viva”.

Também por isso, sente para com este animal uma gratidão eterna, um amor que não desaparecerá nunca, apesar de a Rubi ter morrido em 2007. “A gata esteve connosco quase 12 anos. Era da família e eu sentia mesmo que ela me conhecia como poucas pessoas. Acho que ela sentiu mesmo o cancro dentro de mim, que percebeu que o meu cheiro estava diferente e deu sinal. Salvou-me a vida, cada vez estou mais certa disso. As pessoas acham que um animal é apenas para fazer companhia, mas quem nunca teve um animal – gato, cão, seja o que for – não imagina a força da ligação que se pode estabelecer. Neste caso era uma ligação fortíssima e esta gata tem um lugar muito especial no meu coração e nos corações dos que me são próximos. Sou muito crente e acredito que nos voltaremos a encontrar no Céu. Ela há de estar à minha espera e havemos de voltar a dormir aninhadas como fazíamos.”

Cumplicidade ao longo da vida

Minhau é o gato que ficará para sempre na memória e no coração de Rita Ferro Rodrigues. “Lembro-me perfeitamente de o ver na caixa quando chegámos a casa. E de ele brincar quando púnhamos lá as mãos.” Nesse dia, Minhau tinha sido trazido da Feira Popular pelos pais de Rita, que “sempre foram de resgatar gatos rafeiros”.

A partir de então, tornou-se parte da família, durante os 17 anos em que viveu. “Tinha uma relação ótima connosco, mas a maior cumplicidade era com os meus pais porque nós éramos pequeninos e fazíamos algumas tropelias de que os gatos não gostam muito.” Apesar dos anos que se passaram, Rita nunca mais esqueceu o gato companheiro e amigo que adorava colo. “O meu pai chegava a casa, ia ler o jornal e ele ia logo para o colo dele.” Quando não estava ao colo de alguém, Minhau passava horas à janela, a apanhar sol, ou escondia-se nos armários. Rita lembra-se bem do dia em que ele morreu, de velhice. “Foi uma tristeza enorme para a família toda. E eu lembro-me de que ele esperou pelo meu pai, com quem tinha uma ligação muito forte, para morrer.

É extraordinário. O meu pai chegou a casa, deu-lhe umas festas e ele morreu.”

O lugar de Minhau permanece intacto no coração de Rita, mesmo que ela tenha criado outros lugares especiais para os seus animais de companhia. Atualmente, tem uma cadela e um gato. A Tobi e o Matias. “A Tobi obedece claramente ao Matias. É giríssimo de ver.” Muito diferente de Minhau, Matias é um gato mais arisco e pouco amigo de festas. “É o típico gato, super independente, com uma personalidade muito vincada.” Ainda assim, Rita, os filhos e o marido sabem que ele os adora, apesar de raramente o demonstrar. “Sempre que vamos de férias, temos de o deixar num hotel. Quando o vamos buscar é comovente. Ele, que nunca tem manifestações de afeto, fica durante dois dias completamente dengoso. É aí que nós sentimos que ele gosta de nós.”

Matias chegou até Rita através de uma amiga. “Veio de uma ninhada de uma gata rafeira de uma amiga minha.» A adoção de animais é um hábito antigo na família de Rita e ela nem entende que seja de outra forma. “Acho uma aberração os animais continuarem a ser vendidos em lojas. Se quiserem comprar, que comprem nos criadores e não em lojas.”

Eles são uma grande companhia”

Na casa de infância deste jornalista norte-alentejano sempre existiu aquilo que define como uma “população flutuante de gatos”. Gatos que iam e vinham, que passavam pela casa, que permaneciam durante um tempo e desapareciam por uma temporada ainda maior. Existiam os “gatos de casa”, aqueles de quem a avó cuidava e que tinham nome, hábitos, tigela própria. E depois os “gatos do telhado”, gatos que não eram de ninguém, conhecidos vagamente pela cor, pelo padrão do pelo ou pelo miar. Por isso, Luís Pedro sempre soube o que eram os gatos, animal que, talvez pelo convívio precoce, considera “fácil de gostar e nem sempre tão distante e altivo quanto possa parecer”.

Enquanto jovem adulto, teve muitas vezes vontade de ter um gato, mas o apartamento de Cascais onde viveu durante anos não lhe permitia ter animais. O projeto foi sendo adiado até que Luís Pedro Nunes se mudou para um apartamento no coração de Lisboa. Animais domésticos não constituíam agora um problema para o condomínio. Começava a desenhar-se a possibilidade de ter um gato. “Andei numa luta interior durante algum tempo. Ter um gato ou deixar-me estar assim? Sabia muito bem que ter um gato ou outro animal era um compromisso para honrar durante muitos anos. Pensei muito e um dia houve um clique e fiz um post no Facebook a perguntar quem tinha gatos para dar. Foi tudo muito rápido.” Em poucos dias, viu-se perante uma ninhada. Estendeu a mão e tirou um gato sem olhar muito à cor, ao temperamento, aos olhos ou ao tamanho: “Foi o que me calhou, aquele pequeno gato todo ranhoso e cheio de coriza.”

Rufino. Gato-companheiro das rotinas de um jornalista que passa o dia ao computador, sentado à pequena secretária da qual o Rufino ocupa uma boa parte. “Senta-se ao lado do portátil e ali fica enquanto eu escrevo, ao meu lado. É o espaço dele enquanto trabalho.” Um pedaço de secretária e uma cadeira por inteiro: Rufino tem como sua uma belíssima cadeira de engenheiro dos anos 40, disposta a alguns centímetros da cadeira de Luís Pedro na sala de estar. Sabe qual é a sua e sabe qual é a do seu dono. Tal como sabe perante a bancada da casa de banho com dois lavatórios, qual é o lavatório de Luís Pedro e qual é o seu, aquele do qual bebe água. E por isso, a convivência resulta tão bem. “Trabalho em casa, vivemos juntos, dividimos um apartamento. Partilhamos um pequeno espaço em conjunto. Respeitamo-nos muito porque tem mesmo de ser assim para as coisas funcionarem.”

Há uns tempos, Luís reparou que o Rufino andava um pouco cabisbaixo, mortiço. Resolveu então levar para casa uma gata, que, embora tenha desestabilizado um pouco as rotinas de ambos, trouxe também uma energia renovada ao gato. “De repente, parecia outro, mais alegre, todo vivo. Ficou feliz quando ela entrou na sua vida.” Melancolie é uma gata preta, de personalidade inquieta e que, por ter sido recentemente esterilizada, teve uma fase de invulgar carência, rapidamente ultrapassada pela sua proverbial dignidade: “Não me liga absolutamente nenhuma, esta gata. É que não quer mesmo saber, acha que não precisa de mim para nada. Tem um lado de diva, uma altivez que ainda não me deixaram chegar a ela. Estamos ainda a habituar-nos um ao outro, a conhecermo-nos.”

Isso não os impede de dormirem juntos. Aliás, dividem os três a cama de Luís Pedro, numa equação em que os gatos ocupam quase todo o espaço e o dono fica “com o bocadinho que sobra, por vezes atirado para a beira e obrigado a ter algum cuidado para não cair”. De manhã, quando decidem que já não há mais nada para dormir e têm fome, são o despertador do dono. Se o sono estiver pesado, puxam-lhe pela pulseira para que Luís Pedro não tenha a ideia de ficar mais tempo entre o conforto dos lençóis. Mas esse dono adora estas rotinas e faz questão de tratar de tudo o que tenha que ver com a gestão da comida e da muda da areia do caixote. “Mesmo tendo empregada para me manter a casa limpa, estas são tarefas que eu gosto de fazer porque para mim é uma coisa maternal, eu gosto mesmo de cuidar deles e destes pormenores da alimentação e da higiene.”

Admite que ter gatos, além de uma responsabilidade, dá algum trabalho. E que há sempre inevitavelmente algum grau de desgaste na casa: Melancolie, por exemplo, tomou-se de amores pelo sofá, parcialmente esfarrapado pela rotina de umas unhas que se querem sempre bem afiadas. E, claro, há contas médicas, problemas de saúde, sustos. Como quando o Rufino, em pânico com o barulho do aspirador, se atirou da varanda, partindo o nariz e ficando “com um pulmão apanhado”.

Mas quando há uns dias os levou ao veterinário para um dia de check up geral e voltou para casa sem eles, sofreu com o silêncio pesado que ocupou toda a casa, chegando mesmo aos cantinhos onde só um gato cabe: “Já não estou habituado ao silêncio. Esta casa sem eles é um museu. Faz-me muita falta esta companhia, os barulhos, tudo neles.”

Não se pense que o Rufino e a Melancolie são para o dono o substituto de descendência: “Não estou à procura do amor dos filhos que não tenho. Eles estão, no meu cérebro, no lugar de gatos, não estou a substituir nada.» Contudo, ocupam um lugar imenso na sua vida, e Luís Pedro adora-os exatamente na sua particularidade de gatos e no seu valor enquanto animais presentes e afetuosos. «São parte da minha vida, da minha afetividade. Preocupo-me com eles, rio-me com eles. Ajudam-me muito no meu dia a dia, em que passo horas fechado em casa a escrever. Falo com eles, conversamos, eles dão-me mesmo muito na sua qualidade de gatos que são. Dormem comigo todos os dias, enroscam-se em mim, eu sou como uma almofada para eles e não me importo nada. Uma coisa que adoro é que se me for deitar ali no sofá, em cinco minutos já estão os dois em cima de mim, é uma coisa muito boa. E fico chateado quando me deito e eles não vão logo para ao pé de mim. Mas é estalar os dedos e eles normalmente vêm logo…”

Na personalidade de um gato, admira o facto de não se conseguir obrigar este animal a fazer uma coisa que ele não queira. Nem Luís Pedro o quer: admira-os demasiado na sua circunstância felina, para lhes pedir que sejam ou façam outra coisa que vá contra a sua própria natureza.

Define o Rufino – que é o seu melhor amigo dentro de casa – como companheiro, nobre de caráter e amigo. Para a Melancolie reserva os adjetivos “pispineta”, energética e diva, com “uma arrogância muito feminina”. E acrescenta: “Vivemos os três nesta casa pequena. E além de afeto, há muito respeito por aquilo que cada um é. Humano ou gato.”

Alguns factos curiosos sobre os gatos

– A paixão por gatos chama-se ailurofilia.

– Os gatos são digitígrados, isto é, andam diretamente sobre os dedos.

– Em proporção ao corpo, os gatos são os mamíferos que possuem os maiores olhos.

– Os gatos apresentam apenas três grupos sanguíneos: A, B e AB.

– Existe uma maior predominância dos de tipo A.

– Através de 32 músculos, o gato consegue girar as orelhas de forma independente, a quase 180 graus.

– Estudos revelaram que os gatos podem ver o amarelo, azul e o verde.

– As gatas são normalmente dextras, enquanto os gatos tendem a ser esquerdinos.

– Os olhos dos gatos têm pupilas verticais devido ao facto de serem muito sensíveis à luz.

– O padrão do nariz de um gato é totalmente único, à semelhança da impressão digital do homem.

– Um gato consegue saltar cinco vezes a sua altura.

– Os gatos respondem melhor às vozes das mulheres do que dos homens porque as vozes femininas são mais agudas.

– Os gatos de olhos azuis e pelo branco são normalmente surdos.

– O gato tem aproximadamente 60 a 80 milhões de células olfativas. O homem tem apenas 5 a 20 milhões.

– Quase 10% dos ossos dos gatos estão na cauda, a qual é responsável pelo equilíbrio.

– Os gatos passam cerca de 30% do seu tempo a limpar-se.

– O ritmo cardíaco normal de um gato é duas vezes mais rápido do que o de um humano.

– Em apenas sete anos, um par de gatos e os seus descendentes podem dar origem a mais de 420 000 gatos.

– Os gatos conseguem emitir instintivamente cerca 100 sons diferentes, cada um com um significado diferente: dor, estado de alerta, medo, preocupação, pedido de atenção, saudação, etc.

– Ao contrário do que muitas pessoas pensam, se o gato tiver uma alimentação completa, não precisa de beber leite. Aliás, muitos gatos adultos têm dificuldade em digerir a lactose.

– O gato doméstico é a única espécie que consegue manter a sua cauda ereta enquanto anda.

– Alguns gatos chegam a dormir até 20 horas por dia. Em média, dormem entre 12 a 16 horas.

– Os gatos respondem mais facilmente a nomes terminados em «i».

– O ronronar é diferente do miado. Para ronronar, o gato faz vibrar a sua laringe. Os gatos não ronronam apenas quando sentem prazer, mas também quando têm dor.

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