A posição da OMV sobre a proibição dos abates nos canis municipais

gato ambulancia vetCampanha de Esterilização de Animais Abandonados

Igual a si própria a OMV pronuncia-se frontalmente contra os cães comunitários e diz que programas CED em gatos ” só em condições particulares”( como sempre , mais restritiva que a prática das melhores Câmaras, como a de Lisboa) .

Diz mais : que na óptica da medicina de abrigos é impraticável limitar as eutanásias apenas aos casos de ” dor e sofrimento do animal” , cita as doenças infecciosas e proclama que a “decisão e prática da eutanásia animal é um ato médico veterinário e como tal da inteira responsabilidade do médico veterinário”( por exemplo, um surto de esgana justificará o abate ?).

texto aprovado na AR refere como motivos para a eutanásia “os que se prendam com o estado de saúde ou comportamento do animal”, uma redacção muito vaga e que deixa isso sim muitos motivos para preocupação. Vai ser fácil ao veterinário municipal, que assim o queira, justificar os abates.

Ora sendo a OMV  uma das entidades a ser ouvida para a regulamentação da lei há que temer o pior.

Depois de termos uma lei de maus tratos que não pune criminalmente quem inflige a morte a um animal de companhia, não podemos vir a ter uma lei que deixa uma porta aberta aos maus veterinários municipais que vão querer continuar como até aqui, ou seja , continuar a ter pretextos para abater.

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