Madrid proíbe circo com animais

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Governo de Madrid diz que animais são obrigados a ter comportamentos antinaturais. Donos de companhias circenses falam de medidas discriminatórias e ilegais.

O governo municipal de Madrid, Espanha, aprovou esta terça-feira uma medida que proíbe o uso de animais em espetáculos de circo na cidade, tanto em terrenos públicos como privados.

A medida foi proposta pela presidente da câmara de Madrid, Manuela Carmena, e pelo partido PSOE, segundo o El Mundo, e argumenta que os animais usados nos circos – como elefantes e tigres – têm o direito de “não serem vítimas de maus tratos e de não serem submetidos a esforços ou ato cruéis que provoquem sofrimento, ansiedade ou stress”. Continuar a ler

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Não há lugar para circos com animais nas sociedades modernas

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Por André Silva

Nos últimos anos tem havido uma crescente discussão sobre o uso de animais selvagens para entretenimento. Isto reflecte-se em várias alterações legislativas sobre esta matéria sendo que, até agora, 18 países da UE adoptaram limitações ao uso de animais selvagens em circos, assentes num amplo consenso académico fundamentado por consistentes argumentos científicos. Esta discussão adquire particular relevância nos períodos festivos com um aumento da oferta de espectáculos de circo um pouco por todo o pais. É importante fazermos escolhas informadas sobre o tipo de actividades que escolhemos para nos divertirmos e para entreter e educar as nossas crianças. A declaração do Intergrupo do Bem-Estar e Conservação de Animais sobre os efeitos da vida de circo em animais selvagens, de Setembro de 2015 apresenta-nos as principais implicações para o bem-estar de animais selvagens numa vida de circo, que vão do confinamento extremo de espaço, à impossibilidade de expressão dos seus comportamentos naturais, à separação precoce da progenitora, à restrição forçada das interacções sociais, aos treinos rigorosos e comprovadamente desconfortáveis para os animais e às viagens frequentes que perturbam os seus ritmos naturais entre outros constrangimentos. Continuar a ler

Circo sem animais em Rio Tinto

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A Junta de Rio Tinto, em Gondomar, aprovou uma proposta contra a presença de animais nos circos que realizem espetáculos na freguesia. A decisão foi tomada na reunião do executivo de terça-feira.

Além de se assumir como “entidade contra a utilização de animais nos espetáculos de circo”, a Junta de Freguesia também deliberou pela “não emissão de pareceres favoráveis às instalações de circos no território da freguesia que incluam espetáculos ou exibições de animais”.

Em paralelo, o executivo deliberou recomendar à Câmara de Gondomar que “não sejam emitidas licenças a espetáculos circenses que incluam a exibição ou utilização de animais”, uma medida que a Junta pretende ver estendida a todo o município.

Póvoa de Varzim quer proibir circos com animais selvagens na cidade

circos sem animaisNotícias ao Minuto

A iniciativa partiu da bancada do PS, o maior partido da oposição na Póvoa de Varzim, e foi aprovada, na sessão de quinta-feira à noite, com 15 votos a favor e 12 contra, num sufrágio onde não houve disciplina de voto partidária.

A recomendação, que agora será analisada pelo executivo municipal, onde o PSD tem a maioria, aponta para que a autarquia “promova a alteração aos seus regulamentos de modo a que não se emitam mais licenças para circos com animais selvagens”. Continuar a ler

Circo sem animais: deixar de fora “quem não escolheu estar ali”

circos sem animaisExpresso

Em diversos países já existe legislação que proíbe ou restringe a utilização de animais em números de circo. Em Portugal começa a caminhar-se nesse sentido e iniciativas como a do Coliseu Porto, que apresenta até 3 de janeiro um espetáculo circense sem animais enjaulados, apontam para uma mudança de paradigma

s caravanas do circo espalham-se um pouco por todo o país, especialmente durante a quadra natalícia. No Coliseu Porto os espetáculos de circo são já uma tradição, mas em 2015 a sala de espetáculos abre-se a um Novo Circo: desta vez os animais ficam à porta e os números artísticos ficam entregues, exclusivamente, a seres humanos. Continuar a ler

Uma nova tenda para um novo circo

circoPúblico

O festival já existia, a tenda fixa não: é já este domingo, no último dia do Vaudeville Rendez-Vous, que o Parque da Juventude de Vila Nova de Famalicão recebe, para um baptismo e uma festa de inauguração, a tenda vermelha do Circo Girandum. Aí funcionará a sede mais ou menos permanente de uma nova estrutura dedicada à criação e à difusão de uma disciplina tradicionalmente nómada, as artes do circo, e em particular do seu cruzamento com o teatro, a dança e a música ao vivo. Continuar a ler