Cada vez menos animais usados em experiências. Roedores são os mais usados em Portugal

cobaiaSapo

De acordo com dados da Direção Geral da Alimentação e Veterinária (DGAV), em 2014 foram utilizados para fins experimentais 25.606 animais.

Destes, os roedores (murgalho, ratos e hamsters) representaram 68,25% dos animais, seguindo-se os animais de sangue frio (peixe zebra e outros), que totalizaram 31,26% dos utilizados. Continuar a ler

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Cientistas trabalham para evitar a utilização de animais em testes de laboratório

cobaia ratoEuronews

“O que se vê aqui é uma imagem microscópica de um tecido de cérebro humano criado em laboratório, a partir de células estaminais, na universidade do Luxemburgo. Os cientistas acreditam que esta bio-engenharia pode vir a ser utilizada na biomedicina, evitando o uso de animais nos testes de laboratório. E, o que não falta são ideias aos cientistas para atingirem esse objetivo”.

Os investigadores estão a criar mini cérebros bio-artificiais com uma missão específica.

Querem tentar novas formas de desenvolver novas terapias para a doença de Parkinson. Mas não só. Continuar a ler

Laboratório Nacional de Biociências usará nova tecnologia para testes e pesquisas

cobaiaPortal Brasil

O Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), está absorvendo tecnologia importada que utiliza chips com culturas de células humanas para testes de laboratório.

Esses dispositivos são interligados em circuitos que simulam as condições do organismo. Desenvolvida por uma startup alemã, a tecnologia está alinhada com o esforço do Brasil em reduzir e substituir a utilização de animais em testes de medicamentos e cosméticos. Continuar a ler

Associação de Bioética propõe criação de Conselho Nacional de Experimentação Animal

cobaia ratoRTP

Nota de Redação: Uma proposta que visa legitimar a experimentação animal, em vez de erradicar esta prática cruel e desnecessária.

A Associação Portuguesa de Bioética apresenta hoje no parlamento uma proposta de lei para criar um Conselho Nacional de Experimentação Animal, que seja um regulador independente dos centros onde se realizam experiências com animais em Portugal.

O objetivo deste conselho será supervisionar e regular, de forma independente, a experimentação animal nos centros que pratiquem esse tipo de investigação.

O presidente da Associação de Bioética, Rui Nunes, lembra que já existem normas nacionais e comunitárias que regulam esta prática, mas afirma que “ninguém tem a certeza se são cabalmente cumpridas”.

“A meu ver é uma falha grave de supervisão”, declarou à agência Lusa o perito em bioética, que hoje entrega formalmente no parlamento a proposta de lei que estabelece a criação do Conselho Nacional de Experimentação Animal.

A proposta defende que o Conselho funcione junto da Assembleia da República, com total independência e isenção, sendo constituído por especialistas de diferentes ramos do conhecimento, ” de modo a que seja possível efetuar investigação em animais não apenas nos termos da lei, mas, sobretudo, de acordo com normas éticas universais de proteção do bem-estar animal”.

O Conselho teria ainda como missão, segundo a proposta de lei, a coordenação dos comités de ética das diferentes instituições de ensino e de investigação que utilizam animais com esta finalidade.

A Associação de Bioética propõe que o Conselho seja composto por 11 elementos, cinco deles eleitos pela Assembleia da República, dois nomeados pelos membros do Governo que tutelam a veterinária e a ciência e outras quatro pessoas designadas pela Ordem dos Médicos Veterinários, pela Ordem dos Médicos, pela Ordem dos Biólogos e pelos Conselhos de Reitores das Universidades Portuguesas.

Rui Nunes lembra que existem órgãos com funções similares, como o Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida, que regula a experimentação em embriões humanos, ou o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, que se pode também pronunciar sobre experimentação humana em geral.

O presidente da Associação de Bioética considera que a criação deste Conselho de Experimentação Animal seria um sinal de maturidade da sociedade portuguesa, num momento em que “cresce sustentadamente a noção de que os animais merecem uma proteção acrescida”.

Os dados disponíveis indicam que, na União Europeia, todos os anos há 11 milhões de animais submetidos a experimentação científica. Não há números da realidade portuguesa, mais uma falha que Rui Nunes acredita que um Conselho independente podia ajudar a colmatar.

PEV questiona o Governo sobre a utilização de animais para fins experimentais

PEVPravda

A Deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural e ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, sobre os indicadores relativos à utilização de animais para finsexperimentais, em Portugal e que medidas têm sido tomadas no sentido de dar cumprimento ao estipulado na diretivarelativa à proteção de animais utilizados para fins científicos. Continuar a ler

Robin Grimes: “Usar menos animais como cobaias gera melhores resultados científicos”

cobaiaÉpoca

Na última semana, o Conselheiro-Chefe para Assuntos Científicos do Reino Unido, Robin Grimes, veio ao Brasil para assinar dois acordos de cooperação científica com o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação. Um dos acordos é sobre o Fundo Newton, para financiar pesquisas científicas, e o outro é uma carta de intenção para reduzir o uso de animais em testes científicos. Segundo ele, diminuir a quantidade de animais usados em testes é positivo não só do ponto de vista ético, mas também resulta em melhores resultados científicos. Em entrevista a ÉPOCA, Grimes também falou sobre questões como as tecnologias disruptivas e o uso da energia nuclear. Continuar a ler