Tourada atingiu mínimo histórico de assistências

Crianca TouroEsquerda

Os números são da Inspeção Geral das Atividades Económicas, citados na edição deste domingo pelo Jornal de Notícias: Também no que toca a assistências, os espetáculos tauromáquicos estão em decadência.

A tendência de queda contínua vem desde 2010, com a perda de cerca de metade do público. A média de espectadores não chega às 1900 pessoas, menos 400 do que há sete anos. Continuar a ler

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PAN e Bloco questionam apoio de Turismo de Lisboa a evento tauromáquico

anti touradaNotícias ao Minuto

Em comunicado, o PAN manifesta “enorme surpresa e preocupação” por a ATL apoiar o evento que decorre no sábado no Campo Pequeno, segundo indica o cartaz de promoção do evento.

“Muitos lisboetas têm contactado o PAN por não entenderem o porquê deste apoio institucional à indústria tauromáquica que tem comprovadamente um peso cada vez mais insignificante no panorama dos espetáculos ao vivo em Portugal, sendo já superada pelos eventos de folclore, segundo o Instituto Nacional de Estatística”, assinala o partido. Continuar a ler

Touradas a perder terreno também em Espanha

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Em Espanha, país de forte tradição de tauromaquia, o número de corridas caiu quase 70 por cento no espaço de dez anos.

Em Portugal, os números da Inspeção Geral das Atividades Culturais indicam que em 2016, pela primeira vez, o número de corridas tauromáquicas em Portugal esteve abaixo das duas centenas.

Desde 2010 as touradas já perderam mais de 53 por cento de público. Eram 681 mil em 2010. A temporada tauromáquica começou na semana passada.

Temporada teve menos touradas este ano

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O presidente da Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos (APET), Paulo Pessoa de Carvalho, considerou hoje que a temporada taurina decorreu “normalmente” face ao contexto económico do país, apesar de uma “pequena redução” no número de espetáculos.

A época tauromáquica em Portugal, que abre anualmente no dia 01 de fevereiro, no Alentejo, encerra na terça-feira com um espetáculo no Cartaxo, distrito de Santarém. Continuar a ler

Constitucional anula proibição das touradas na Catalunha

tourada bandarilhasDN

Nota de Redação: O Partido Popular espanhol não desistiu enquanto não conseguiu anular a proibição das touradas na Catalunha mas este revés, embora importante do ponto de vista simbólico, terá poucos efeitos práticos. Na altura da proibição, a tourada tinha já desaparecido de todas as cidades exceto Barcelona. Agora que a praça de touros de Barcelona foi transformada num centro comercial, é pouco provável que a realização de touradas na Catalunha seja algo mais que um evento raro.

O Tribunal Constitucional espanhol anulou o acordo do Parlamento catalão de julho de 2010 que proibia as touradas naquela comunidade autonómica. A sentença afirma que a Catalunha pode regular as festas taurinas e proteger os animais, mas não as pode proibir. Juízes tomaram a decisão com oito votos a favor e três contra. Continuar a ler

Câmara da Chamusca paga para haver tourada

tourada dinheiroO Mirante

Nota de redação: A maior mentira contada sobre a tourada é a da inexistência de apoios públicos. O próprio Mirante, um jornal fervorosamente pró-tourada, confirma que esses apoios existem. Com um pormenor importante: a autarquia gastou mais de 30 mil euros na tourada, recebeu menos de 19 mil em bilheteira, e diz que as despesas e receitas ficaram “ela por ela”.

A Câmara da Chamusca investiu dinheiros públicos na organização de uma corrida de toiros na vila, porque temia que o empresário concessionário da praça não fizesse o espectáculo e por capricho do presidente, que queria escolher o cartel de artistas. Continuar a ler

Tauromaquia cria marca “contra mitos, ideias feitas e preconceitos”

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Nota de Redação: A nova estratégia dos empresários tauromáquicos foi revelada. Pretendem agora atrair a juventude com uma campanha publicitária que troca o sangue pelo origami, como se fosse possível disfarçar a violência da tourada.

O logótipo é uma cabeça de touro em origami, a técnica japonesa de dobrar papel, uma imagem inesperadamente suave, quase ascética, sem som nem fúria e muito menos sugestão de sangue, numa marca de nome “Touradas”. “Queremos ser inovadores”, explica Helder Milheiro, porta-voz da Prótoiro, a Federação Portuguesa de Tauromaquia. “Será um pouco disruptivo. Queremos estar associados à modernidade, quebrar os tabus, mitos e preconceitos associados à tauromaquia. Por exemplo, a ideia de que quem vai a uma corrida não gosta de animais. Pelo contrário, é um ato de sensibilidade, uma representação da condição humana como o teatro, a ópera ou o cinema. Só que, como disse Orson Welles, o toureiro é um ator a quem acontecem coisas de verdade.” Continuar a ler